ELETROPÉDIA
Criada pela nossa equipe técnica, no formato de uma enciclopédia, esta pagina trata de assuntos ligados a área elétrica e eletronica.
Aqui é possivel encontrar especificamente:
- Dicas sobre segurança, instalação e reparos.
- Literatura sobre conceitos de elétrica e eletrônica.
- Explicações sobre o funcionamento e a história de equipamentos fornecidos ou não pela Eletrokit
Com formato dinamico, está pagina estará em constante atualização.
Para itens como Funcionamento, História, Instalação, Reparos, Segurança e Tecnologia, procure as letras F, H, I, R, S ou T respectivamente.
A
AMPERAGEM - A corrente elétrica é também chamada informalmente de amperagem, devido a unidade padrão no SI para medida de intensidade de corrente ser o ampere. Amperagem é o fluxo ordenado de partículas portadoras de carga elétrica. Sabe-se que, microscopicamente, as cargas livres estão em movimento aleatório devido a agitação térmica. Apesar desse movimento desordenado, ao estabelecermos um campo elétrico na região das cargas, verifica-se um movimento ordenado que se apresenta superposto ao primeiro. Esse movimento recebe o nome de movimento de deriva das cargas livres.
ALTERNADOR - é uma máquina que transforma energia mecanica em energia elétrica. O nome alternador é devido ao tipo de corrente elétrica gerada: corrente alternada. O alternador é um gerador síncrono, assim, num circuito fechado flui uma corrente alternada que se torna maior quanto mais alta for a rotação e quanto mais forte for o campo magnético.É utilizado em diversas áreas, desde geradores de energia portáteis, em automóveis e até nas usinas hidrelétricas.
ATERRAMENTO - O aterramento adequado do sistema elétrico é essencial para a sua segurança. A eletricidade sempre segue o caminho da menor resistência - e este caminho pode ser você, caso algum aparelho ou componente elétrico não esteja aterrado.
O aterramento direciona a energia elétrica para a terra ao proporcionar um condutor que é menos resistente do que você. Isto é feito unindo uma extremidade da fiação à estrutura de um aparelho e prendendo a outra em um cano de água fria. A maioria dos cabos elétricos envoltos em plástico contém um fio desencapado que leva a conexão terra a todas as caixas elétricas, tomadas e aparelhos da sua casa. Geralmente, você pode dizer se o sistema elétrico da sua casa está aterrado verificando as tomadas. Se você tiver as do tipo que aceitam duas lâminas e um pino, o sistema deve ter três fases, uma das quais é um fio terra. O pino leva o aterramento de segurança às estruturas de metal de qualquer aparelho que tenha um plugue de três pinos.
A estrutura de metal de um eletrodoméstico pode ser um risco para você e para a sua família. Se o isolamento de um cabo de energia está gasto no ponto em que o cabo entra na estrutura, o contato pode energizar o aparelho inteiro com eletricidade. Tocar simultaneamente na estrutura de metal energizada do aparelho e na torneira ou no radiador fará com que a corrente passe através de você.
Há outros pontos do sistema elétrico em que o contato com metal/condutor é um claro risco de segurança. Certifique-se de inspecionar, manter e fazer reparos onde quer que a fiação entre em um cano de metal (conduíte), onde o cabo entre em uma luminária ou bocal de lâmpada ou onde um cabo interno à parede entre em uma caixa elétrica. Nesses pontos, as superfícies devem estar livres de rebarbas que possam atritar a fiação e danificar seu isolamento. Juntas elas protegem a fiação nestes vários pontos de entrada. No entanto, a melhor coisa que você pode fazer para garantir um sistema elétrico seguro é certificar-se de que o sistema inteiro esteja aterrado e que o fio terra seja eletricamente contínuo, sem quaisquer interrupções.
B
BORNE - Conector elétrico isolado onde os condutores são alojados em uma cavidade condutora e fixados por parafusos.
BYPASS - em inglês significa "desvio", onde em um sistema você consegue ser alimentado por caminhos diferentes. Um exemploé um no-break que está em bypass quando a fonte de energia dele não está passando pelo circuito normal, que seria entrando pelo retificador carregando o banco de baterias, e saindo pelo inversor para a carga, e sim indo diretamente da fonte de energia para a carga (o que seria um caminho alternativo, ou um desvio).
C
CAMPO ELÉTRICO - é o campo de força provocado por cargas elétricas (elétrons, protons, ou íons) ou por um sistema de cargas. Cargas elétricas num campo elétrico estão sujeitas a uma força elétrica.
A fórmula do campo elétrico é dada pela relação entre a força elétrica F e a carga de prova q:
Unidade no SI,
CLASSE DE ISOLAMENTO - Para fins de normalização, os materiais isolantes e os sistemas de isolamento (cada um formado pela combinação de vários materiais) são agrupados em Classes de Isolamento, para qual definida pelo respectivo limite de temperatura, ou seja, pela maior temperatura que o material pode suportar continuamente sem que seja afetada sua vida útil.As classes de isolamento utilizadas em máquinas elétricas e os respectivos limites de temperatura fonforme NBR-7094, são as seguintes:
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Classe de isolamento
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Temperatura
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Classe A
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105ºC
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Classe E
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120ºC
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Classe B
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130ºC
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Classe F
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155ºC
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Classe H
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180ºC
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As casses B e F são comumente utilizadas em motores normais.
CONECTOR DE DERIVAÇÃO - Conector elétrico isolante que permite realizar uma derivação - conexão a partir de um condutor primario para um secundario.
CONECTOR DE TORÇÃO - Conector elétrico isolante com formato conico que possui uma mola de perfil quadrado em seu interior, que funciona como uma rosca para emendar os condutores elétricos.
CURTO-CIRCUITO - O circuito elétrico possui, basicamente, três componentes :
-
Fonte de energia
- Condutores
- Aparelhos de consumo
Dessa forma, quando a corrente não percorrer o caminho previsto, através desses três componente, por falha do meio isolante, ela forma um novo circuito. Esse circuito é muito breve, de muito baixa resistência e não produz trabalho útil. Observe que esse novo caminho liga dois pontos que apresentam diferença de potencial em uma resistência quase zero. A essa ligação denominamos curto-circuito. Curto-circuito é o contato não intencional de baixa resistência, entre dois pontos, onde existe uma diferença de potencial elétrico. Um curto-circuito pode ocorrer tanto nos consumidores e condutores, como também na própria fonte. Ele provoca o aquecimento dos componentes elétricos, que acarretará a queima do isolante podendo, assim, destruir os componentes. Para o eletricista, massa é um termo técnico incorporado ás normas ABNT. Massa é o conjunto de materiais condutores, porém não destinados a conduzir corrente elétrica. Observe-se alguns exemplos de massas:
-
a carcaça dos motores;
-
o gabinete da máquina de lavar roupa;
-
a lataria do carro;
D
DISSIPADOR DE CALOR - Dispositivo que troca o calor de equipamentos eletronicos com o meio ambiente, mantendo assim os primeiros resfriados e sem possibilidade de queimar.
DISTRIBUIÇÃO ELÉTRICA - Três linhas principais são responsáveis por fornecer corrente alternada de 110-120/220-240 volts. A voltagem exata varia em função de muitos fatores externos. Esse sistema triplo de fios fornece a você potência de 110-120 volts para iluminação, tomadas e pequenos eletrodomésticos e potência de 220-240 volts para condicionadores de ar, secadoras de roupa, aquecimento de água e aquecimento elétrico.
DISJUNTORES e FUSIVEIS - A eletricidade entra através do equipamento da empresa de energia, um desconector instalado em um local aprovado. É usado para desconectar o serviço do sistema elétrico interno. Geralmente chamado de fusível principal, disjuntor principal, desconector principal, esse aparelho pode ser um conjunto de fusíveis destacáveis, um disjuntor ou um grande interruptor. Os fusíveis e os disjuntores são dispositivos de segurança que fazem parte do sistema elétrico. Se não houvesse fusíveis ou disjuntores e você ligasse muitos aparelhos em um único circuito, o cabo que leva a energia para aquele circuito ficaria muito quente, sofreria um curto-circuito e, possivelmente, começaria um incêndio. Para evitar as sobrecargas elétricas, os disjuntores e os fusíveis são modelados para desarmar ou queimar, interrompendo o fluxo de corrente para o cabo sobrecarregado. Por exemplo, um disjuntor de 15 ampères deve desarmar quando a corrente que passa nele excede os 15 ampères. Um fusível que queima ou um interruptor que desarma não estão com defeito; estão cumprindo sua função de modo apropriado, indicando que há problemas em algum ponto do circuito. Um fusível queimado ou um disjuntor desarmado geralmente significam que há muitos aparelhos ligados naquele circuito ou que algum dispositivo defeituoso (como um eletrodoméstico com curto interno) está conectado ao circuito. Localize e elimine a causa do problema antes de substituir um fusível queimado ou religar um disjuntor desarmado.
Atenção: nunca tente desfazer este sistema de segurança integrado substituindo um fusível por um de maior capacidade de corrente. A capacidade do fusível ou do disjuntor deve ser igual ou menor do que a capacidade dos condutores. Por exemplo, não substitua um fusível de 15 ampères por um de 25 ampères. Substitua fusíveis e disjuntores apenas pelos de mesmo tamanho e amperagem.
Os disjuntores não queimam como os fusíveis; são interruptores que desarmam automaticamente para interromper o fluxo de corrente elétrica quando há sobrecarga do circuito. Antes de religar um disjuntor desarmado, desligue-o completamente.
E
ELETRICIDADE - Os sistemas de luz e de água são coisas distintas, mas há semelhanças significativas entre eles. A água entra na sua casa através de um cano sob pressão e, quando uma torneira é aberta, flui a uma determinada taxa (litros por minuto). A eletricidade entra na sua casa através de fios, também sob pressão (chamada voltagem, medida em volts). Quando um aparelho elétrico é ligado, a eletricidade flui a uma determinada taxa (a corrente, medida em ampères).Ao contrário da água, que é utilizada do mesmo jeito que sai da torneira, a eletricidade deve fazer um trabalho: ela é convertida de energia em potência, medida em watts. Já que o consumo elétrico é relativamente alto, a unidade de medida mais usada é o quilowatt, que corresponde a mil watts. A quantidade total de energia utilizada em determinado período é medida em quilowatts-hora (kWh).
ELETROIMÃ - Um eletroimã é constituído de uma ou duas bobinas de fio de cobre e um núcleo de ferro, com o respectivo fecho; ele tem portanto, o circuito elétrico das bobinas e o circuito magnético do núcleo. A corrente passando nas bobinas cria um campo magnético no núcleo, que atrai fortemente o fecho móvel. O fecho de ferro é atraído pelo pólos do eletroimã porque neles as linhas de força magnética estão mais concentradas. Quanto mais o fecho se aproxima dos pólos, mais violenta é a atração.

ENERGIA - Energia é a propriedade de um sistema que lhe permite realizar trabalho. Pode ter várias formas: potencial, mecânica, química, eletromagnética, elétrica, calorífica, etc. Essas várias formas de energia podem ser transformadas umas nas outras. A energia elétrica - ou eletricidade - é como se designam os fenômenos em que estão envolvidas cargas elétricas.
F
FUNCIONAMENTO - LCD - Os Displays de Cristal Líquido (LCDs) são de tecnologia chamada passiva. Isto significa que eles não emitem luz nem qualquer radiação, por isto, utilizam a luz ambiente.
Devido à manipulação esta luz, exibe imagens utilizando pouca energia. Isto tem feito dos LCDs a tecnologia preferida sempre quando o baixo consumo e tamanhos reduzidos são considerados críticos. O Cristal Líquido é uma substância orgânica que possui uma forma líquida e estrutura molecular cristalina.
As moléculas estão normalmente em ordem paralela, e um campo elétrico pode ser utilizado para controlar as moléculas. A maioria dos LCDs utiliza um tipo de cristal líquido chamado Traçado Nemático (TN). Os LCDs consistem em dois pedaços de vidros com eletrodos transparentes impressos nas superfícies internas.
Uma camada de alinhamento em cada superfície do vidro é usada para torcer o material em um padrão helicoidal ou “trançado”. Polarizadores são usados no lado externo nas superfícies frontais e traseiras. Quando o LCD está “desligado” nenhuma voltagem é aplicada nos eletrodos, e a luz passa através dele. Quando estiver “ligado”, a voltagem é aplicada e as moléculas de cristal líquido se alinham na direção do campo elétrico. Isto faz a luz ficar fora de fase com o polarizador e ser bloqueado, criando uma área escura no display de cristal líquido. Através de uma seletiva aplicação de eletrodos, uma grande variedade de padrões poderá ser alcançada.
FUNCIONAMENTO - LUMINARIA FLUORESCENTE - Você pode querer substituir alguns dos antigos dispositivos incandescentes por lâmpadas fluorescentes. As lâmpadas fluorescentes iluminam de modo uniforme e sem fazer sombras, mas o melhor de tudo é que elas são mais eficientes que as lâmpadas incandescentes. Em uma lâmpada incandescente, boa parte da energia elétrica se perde em forma de calor, em vez de luz. A lâmpada fluorescente, ao contrário, permanece fria.Em um circuito fluorescente, começando no pino à esquerda do plugue, a corrente passa através do reator, dos filamentos da lâmpada, do interruptor do starter, do outro filamento da lâmpada e, finalmente, através do pino à direita do plugue. A corrente aquece os dois pequenos elementos nas pontas do tubo fluorescente; em seguida, o starter é acionado e a corrente passa através da luminária.
O reator é uma espiral magnética que ajusta a corrente ao longo do tubo. Ele gera uma sobretensão de arco elétrico através do tubo quando o starter é acionado e mantém a corrente passando à taxa exata quando o tubo está brilhando. Na maioria dos dispositivos fluorescentes, o starter é um interruptor automático. Enquanto ele sente que a luminária está brilhando, permanece aberto. O starter se fecha sempre que você desliga o dispositivo.
G
GAIOLA DE FARADAY - foi um experimento conduzido por Michel Faraday para provar que uma superfície condutora eletrizada possui campo elétrico nulo em seu interior dado que as cargas se distribuem de forma homogênea na parte mais externa da superfície condutora. No experimento de Faraday foi utilizada uma gaiola metálica, que era eletrificada e um corpo dentro da gaiola poderia permanecer lá, isolado e sem levar nenhuma descarga elétrica.
GERADOR TRIFASICO - O Gerador de Tensão Trifásica, apresenta três bobinas fixas, com uma imã móvel. Neste caso, trata-se de um tipo de gerador que produz três CAs monofásica.Esse tipo gerador é denominado Gerador Trifásico.Um imã indutor girando no centro de um sistema de três bobinas, colocadas 120º uma das outras, constitui um gerador de Corrente Trifásica. Cada vez que o pólo N passa em frente a uma bobina, produz-se uma CA, nessa bobina. Em uma volta completa do pólo N produz-se 3 CAs, deslocadas 120º um das outras. As três correntes alternadas geradas em atraso de 1/3 do ciclo uma da outra, chama-se Corrente Trifásica.
Ligação Estrela e triângulo: Para transportar estas três CAs até aos consumidores, seriam nescessário seis condutores, dois para cada fase. Para diminuir este número de condutores, o gerador poderar ser ligado de duas formas diferentes, atravéz da:
Ligação Estrela: Consiste em manter as pontas 1,2 e 3 das bobinas, separadas, e as pontas 4,5 e 6 unidas. Simbolicamente representada pela letra maiúscula ![]()
Ligação Triângulo ou Delta (
): Consiste em ligar as bobinas de tal forma que aponta 1 fique ligada á 6, a 2 fique ligada á 4 e a 3 fique ligada a 5, e retirar, de cada uma dessas uniões, uma derivação. Simbolicamente está representada pelo símbolo (
).
Ponto Neutro do fechamento em Estrela:Caso haja necessidade de se obter, de um mesmo gerador, a tensão de linha e a tensão de fase, devemos ligar um condutor no ponto Neutro do fechamento Estrela. Este condutor é chamado de condutor Neutro. Com a tensão de Linha e a tensão de fase.
Entre duas fases, tem-se a tensão de Linha, neste caso, de 380V.
Entre uma fase e o Neutro, tem-se a tenão de fase, neste caso, de 220V
Esse tipo de ligação em um gerador trifásico, fechado trifásico, fechado em Estrela e com condutor Neutro, tem a seguinte aplicação:
Cálculo:
A tensão ( U ) entre dois extremos de cada bobina é chamada de tensão de fase ( Uf ). A tensão entre duas fases é chamada de tensão de Linha ( UL ) é igual á tensão de fase ( Uf ), multiplicada por 1,732.
UL = 1,732 x Uf
Corrente de Linha é igual á corrente de Fase.
IL = If
Na ligação Triângulo, a tensão de Linha é igual á tensão de fase.
UL = Uf
Corrente de Linha = Corrente de Fase x 1,732. IL = If x 1,732
H
HISTORIA - ELETRICIDADE - Nas civilizações antigas já eram conhecidas as propriedades elétricas de alguns materiais. A palavra eletricidade deriva do vocábulo grego elektron (âmbar), como conseqüência da propriedade que tem essa substância de atrair partículas de pó ao ser atritada com fibras de lã. O cientista inglês William Gilbert, primeiro a estudar sistematicamente a eletricidade e o magnetismo, verificou que outros materiais, além do âmbar, adquiriam, quando atritados, a propriedade de atrair outros corpos, e chamou a força observada de elétrica. Atribuiu essa eletrificação à existência de um "fluido" que, depois de removido de um corpo por fricção, deixava uma "emanação". Embora a linguagem utilizada seja curiosa, as noções de Gilbert se aproximam dos conceitos modernos, desde que a palavra fluido seja substituída por "carga", e emanação por "campo elétrico". No século XVIII, o francês Charles François de Cisternay Du Fay comprovou a existência de dois tipos de força elétrica: uma de atração, já conhecida, e outra de repulsão. Suas observações foram depois organizadas por Benjamin Franklin, que atribuiu sinais - positivo e negativo - para distinguir os dois tipos de carga. Nessa época, já haviam sido reconhecidas duas classes de materiais: isolantes e condutores. Foi Benjamin Franklin quem demonstrou, pela primeira vez, que o relâmpago é um fenômeno elétrico, com sua famosa experiência com uma pipa (papagaio). Ao empinar a pipa num dia de tempestade, conseguiu obter efeitos elétricos através da linha e percebeu, então, que o relâmpago resultava do desequilíbrio elétrico entre a nuvem e o solo. A partir dessa experiência, Franklin produziu o primeiro pára-raios. No final do século XVIII, importantes descobrimentos no estudo das cargas estacionárias foram conseguidos com os trabalhos de Joseph Priestley, Lord Henry Cavendish, Charles-Augustin de Coulomb e Siméon-Denis Poisson. Os caminhos estavam abertos e em poucos anos os avanços dessa ciência foram espetaculares. Em 1800, o conde Alessandro Volta inventou a pilha elétrica, ou bateria, logo transformada por outros pesquisadores em fonte de corrente elétrica de aplicação prática. Em 1820, André-Marie Ampère demonstrou as relações entre correntes paralelas e, em 1831, Michael Faraday fez descobertas que levaram ao desenvolvimento do dínamo, do motor elétrico e do transformador. As pesquisas sobre o poder dos materiais de conduzir energia estática, iniciadas por Cavendish em 1775, foram aprofundadas na Alemanha pelo físico Georg Simon Ohm. Publicada em 1827, a lei de Ohm até hoje orienta o desenho de projetos elétricos. James Clerk Maxwell encerrou um ciclo da história da eletricidade ao formular as equações que unificam a descrição dos comportamentos elétrico e magnético da matéria. O aproveitamento dos novos conhecimentos na indústria e na vida cotidiana se iniciou no fim do século XIX. Em 1873, o cientista belga Zénobe Gramme demonstrou que a eletricidade pode ser transmitida de um ponto a outro através de cabos condutores aéreos. Em 1879, o americano Thomas Edison inventou a lâmpada incandescente e, dois anos depois, construiu, na cidade de Nova York, a primeira central de energia elétrica com sistema de distribuição. A eletricidade já tinha aplicação, então, no campo das comunicações, com o telégrafo e o telefone elétricos e, pouco a pouco, o saber teórico acumulado foi introduzido nas fábricas e residências. O descobrimento do elétron por Joseph John Thomson na década de 1890 pode ser considerado o marco da passagem da ciência da eletricidade para a da eletrônica, que proporcionou um avanço tecnológico ainda mais acelerado.
HISTORIA - LCD - Hoje os LCDs estão em todos os lugares, mas eles não apareceram da noite para o dia. Levou muito tempo desde a descoberta dos cristais líquidos até a abundância de aplicações do LCD do qual desfrutamos hoje. Os cristais líquidos foram descobertos em 1888, pelo botânico austríaco Friedrich Reinitzer. Reinitzer observou que uma substância parecida com o colesterol (benzoato de colesteril) primeiro se tornava um líquido enevoado e posteriormente clareava conforme a temperatura subia. Sob resfriamento, o líquido tornava-se azul antes de finalmente cristalizar. Oitenta anos se passaram antes que a RCA fizesse o primeiro LCD, em 1968. Desde então, os fabricantes de LCD têm regularmente desenvolvido variações e melhorias de tecnologia, levando o LCD a níveis incríveis de complexidade tecnológica. E há indicações de que continuaremos a curtir novas evoluções do LCD no futuro
I
INSTALAÇÃO - VENTILADOR DE TETO - Os ventiladores de teto são acessórios domésticos bastante populares. Felizmente, substituir um dispositivo de iluminação por um novo ventilador de teto é fácil. Com um pouco mais de trabalho, você pode adicionar um novo dispositivo de iluminação na parte de baixo do ventilador. Apenas ferramentas e habilidades básicas são necessárias para instalar um ventilador de teto. Veja como fazer:
- para desligar o circuito, retire o fusível ou desarme o disjuntor correspondente. Você também pode desligar a chave geral para cortar toda a energia da sua casa;
- retire o dispositivo original de iluminação do teto. A maioria deles está aparafusada ao teto e pode ser solta assim que você remover a cobertura;
- desça o dispositivo e desconecte os fios. Marque-os com um pedaço de fita adesiva para que você possa identificá-los depois;
- leia as instruções do fabricante quanto à codificação de cores dos fios e aos procedimentos de instalação recomendados. Na maioria das residências haverá dois fios no circuito e três no aparelho. Conecte entre si os fios pretos e os fios brancos; em seguida ligue o fio terra (desencapado ou verde) na régua de terminais ou onde o fabricante sugerir. Utilize cones conectores e, feita a ligação, verifique se estão firmes
- verifique a fiação, relendo as instruções do fabricante. Cuidadosamente introduza todos os fios na régua de terminais, que é um recipiente de metal ou de plástico para as conexões elétricas;
- prenda o dispositivo à régua de terminais ou aos suportes, conforme indicado pelo fabricante;
- se você estiver instalando uma luz embaixo do ventilador, certifique-se de que as duas partes sejam da mesma marca e sejam fabricadas para funcionar juntas (isto tornará tudo mais fácil). Retire a cobertura da parte de baixo do ventilador e puxe todas as pontas de fios que estiverem soltos. Siga as instruções do fabricante para fazer as conexões. Em geral, conecta-se preto com preto, branco com branco e terra com terra;
- energize o circuito e teste o sistema.
J
JOULE - (símbolo: J) é a unidade de energia e trabalho no SI, e é definida como:
Um joule compreende a quantidade de energia necessária para se efetivar as seguintes ações:
- A aplicação da força de um newton pela distância de um metro. Essa mesma quantidade poderia ser dita como um newton metro. No entanto, e para se evitar confusões, reservamos o newton metro como unidade de medida de torque;
- O trabalho necessário para se mover a carga elétrica de um coulomb através de uma diferença de potencial de um volt; ou um coulomb volt, representado por C·V;
- O trabalho para produzir a energia de um wattcontinuamente por um segundo
K
KIRCHOFF, Leis de - são assim denominadas em homenagem ao físico alemão Gustav R Kirchoff, formuladas em 1845, estas leis são baseadas no Principio da conservação da energia, no Principio da conservação da carga elétrica e no fato de que o potencial elétrico tem o valor original após qualquer percurso em uma trajetória fechada (sistema não-dissipativo).
1ª Lei de Kirchhoff (Lei das Correntes ou Leis dos Nós)
Em um nó a soma das correntes elétricas que entram é igual à soma das correntes que saem, ou seja, um nó não acumula carga.
, sendo a corrente elétrica
.
Isto é devido ao Principio da conservação da carga elétrica, o qual estabelece que num ponto qualquer a quantidade de carga elétrica que chega (δQ1) deve que ser exatamente igual à quantidade que sai (δQ2 + δQ3), δQ1 = δQ2 + δQ3. Dividindo por δt:
I1 = I2 + I3.
2ª Lei de Kirchhoff (Lei das Tensões ou Lei das Malhas)
A soma algébrica da d.d.p (Diferença de Potencial Elétrico) em um percurso fechado é nula. Ou seja, a soma de todas as tensões geradas menos a soma de todas as tensões consumidas numa malha é igual a zero.

De acordo com o enunciado

Observação: Neste caso U1 = 3V
L
LEI DA CONSERVAÇÃO - "A energia nunca desaparece. Transforma-se, pois ela é indestrutível."
M
MEDIDOR ELÉTRICO - Instrumento que registra a quantidade de eletricidade usada e indica à empresa de eletricidade qual foi o consumo e quanto eles precisam cobrar. Há dois tipos de medidores elétricos de uso geral. O primeiro mostra uma linha de pequenos discos com indicadores individuais. Cada disco do medidor registra os quilowatts-hora de energia elétrica. Por exemplo, se você deixa uma lâmpada de 100 W acesa durante 10 horas, o medidor registrará 1 quilowatt-hora (10 x 100 = 1.000 watts-hora ou 1 kWh). Cada disco registra certo número de quilowatts-hora de energia elétrica. Na maioria dos medidores, o disco mais à direita é o que conta quilowatts-hora individuais de 1 a 10; o próximo de 10 a 100; o terceiro acima de mil; o quarto acima de 10 mil; e o último à esquerda conta quilowatts-hora acima de 100 mil. Se o ponteiro do disco estiver entre dois números, sempre deve ser lido o menor.
O segundo tipo de medidor desempenha a mesma função, mas, em vez de discos individuais, tem uma linha de números no mostrador, como um hodômetro de carro. Este medidor é lido da esquerda para a direita e os números indicam o total de consumo de eletricidade. Alguns medidores também utilizam um fator multiplicador. O número que aparece deve ser multiplicado por dez, por exemplo, para se ter o número real em quilowatts-hora.
O
OHM, Lei de - Para a regulagem do fluxo de líquido dos e gases, pode-se alterar a pressão, consequentemente, variando a resistência. Quanto maior for a pressão quanto menor for a resistência, tanto maior será o volume do líquido ou gás que dará vazão. Estes conhecimentos também podem ser considerados válidos para o fluxo da corrente. vamos estudá-la através de experiências simples.
Interdependência entre conrrente e tensão
Experiência:
Meios: Bateria de U = 4,5 V, com 3 células, resistor de R = 47
- 1 W. Voltímetro, amperímetro, fios.
EXECUÇÃO: Ligar os componentes conforme o sesenho ao lado. Medir tensão e corrente quando ligar 1, 2 e 3 células. Conferir os valores na tabela ao lado e observar o gráfico.
CONCLUSÃO: Usando o mesmo resistor e aumentando a tensão, a corrente aumentará proporcionalmente ao aumento da tensão.
Podemos dizer que a corrente é diretamente proporcional á tensão.
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A interdependência entre a corrente e a resistência
Experiência:
Meios: Bateria de U = 4,5V, 3 resistores R1= 10 - 2 W, R2 = 18 - 2 W, R3 = 33 - 1 W. Voltímetro, amperímetro, fio.
EXECUÇÃO: Ligar os componentes, conforme o desenho ao lado. Medir a tensão e a corrente para cada um dos resistores e conferir na tabela a baixo.
CONCLUSÃO: Usando a mesma tensão, a corrente diminuirá, na mesma proporção, conforme aumentamos o resistor. Podemos dizer que a corrente é inversamente proporcional á resistência.
A Lei Ohm
Fazendo um resumo das experências, podemos concluir: A corrente de um circuito é diretamente proporcional á tensão e inversamente proporcional á resistência. Dela extrai-se a seguinte fórmula básica.
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LEI DE OHM
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UNIDADES
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Observação: Para calcular qualquer grandeza da fórmula da Lei de ohm, podemos representar a lei por um triângulo, com seus valores no interior do mesmo. As letras dispostas formam a palavra RUI, e assim podem facilitar a transformação das fórmulas entre si.

P
POTENCIA - Para saber a carga de um circuito some as potências em watt de todas as lâmpadas e aparelhos ligados naquele circuito. Quando computar a carga de cada circuito secundário, leve em conta aparelhos motorizados que consomem mais corrente quando o motor é iniciado do que quando está funcionando. Uma geladeira, por exemplo, pode consumir mais de 15 ampères inicialmente, mas logo se estabiliza em torno de 4. Suponha que a geladeira esteja ligada em um circuito secundário de 20 ampères e que uma torradeira elétrica de 1000 watts (que consome um pouco mais de 8 ampères) também esteja ligada a ele. Se o motor da geladeira for iniciado enquanto a torradeira estiver ligada, a carga total de corrente excederá a capacidade do circuito e o fusível irá queimar ou o disjuntor irá desarmar.
R
REPAROS - CAMPAINHAS Quando a sua campainha não toca, o defeito pode estar em qualquer parte do circuito: no botão, na campainha ou no transformador. O transformador é o componente elétrico que reduz a corrente de 110-120 volts para os 10-18 volts em que a campainha funciona. Você pode trabalhar com segurança em todas as partes do circuito da campainha sem desligar a energia, exceto no transformador. Se você não souber qual parte do circuito está com defeito:
- retire os parafusos que prendem o botão da campainha à sua casa;
- puxe o botão antigo tanto quanto os fios do circuito permitirem e desconecte-os soltando os parafusos terminais do botão. Junte as duas pontas de fios desencapados. Se a campainha tocar, você saberá que o defeito está no botão. Substitua-o conectando os dois fios aos parafusos terminais do novo botão. Torne a prender o botão à sua casa. O botão da campainha é um interruptor simples (dois fios) e você pode colocar cada fio sob cada parafuso;
- se a campainha não tocar quando você juntar os dois fios desencapados, o defeito estará em outra parte: no conjunto da campainha, na fiação ou no transformador. Remova a tampa de proteção da campainha. Isto pode ser mais difícil do que você imaginava; há muitos tipos de tampas de proteção e você talvez tenha que tentar vários procedimentos. Tente levantar um pouco a tampa e puxar para fora. Se não funcionar, puxe direto sem levantar. Verifique se a tampa não está presa ao conjunto com pinos; neste caso, retire os pinos e puxe a tampa para soltá-la. Independente do que você fizer, nunca puxe com muita força para não danificar a tampa de proteção decorativa;
- com a tampa removida, localize dois, três ou mais terminais e fios, dependendo de quantos tons houver no sistema da campainha. Uma campainha padrão tem dois fios. Desconecte os fios desapertando os parafusos terminais; conecte-os ao verificador de circuitos de 12 volts ou prenda-os aos parafusos terminais da nova campainha. Uma campainha barata ou uma lâmpada de automóvel de 12 volts, em um bocal com dois fios, podem ser usados para testar. Se a campainha de teste soar ou se a lâmpada acender quando você apertar o botão da campainha, você terá de instalar uma nova;
- se você tiver um conjunto de campainha com três ou mais fios, marque-os com fita adesiva: "T" para o transformador; "2" para a campainha da porta da frente; "1" para a campainha da porta de trás. Desaperte os parafusos terminais e retire todos os fios; conecte os fios com as etiquetas "T" e "2" aos parafusos terminais da campainha ou da lâmpada de teste. Se a campainha de teste soar ou se a lâmpada acender quando você tocar o botão da porta da frente, o conjunto de campainha antigo está defeituoso. Para verificar esta hipótese, conecte os fios com as etiquetas "T" e "1" aos parafusos terminais da campainha de teste. Se ela soar quando você apertar o botão da porta de trás, você terá certeza de que a campainha deve ser substituída;
- se a campainha não soar ou se a lâmpada não acender no botão ou na caixa da campainha, ambos estão funcionando. Por eliminação, agora você sabe que o problema deve estar no transformador ou na fiação. Em geral, o transformador encontra-se no quadro dos circuitos, no subpainel ou no painel de entrada principal. Os fios da campainha estão ligados a parafusos terminais expostos no transformador. Conecte a campainha de teste diretamente nos terminais de baixa voltagem à mostra no transformador; não mexa em nenhum outro parafuso. Se a campainha não tocar, o transformador está com defeito ou não está recebendo energia. Atenção: o transformador está conectado diretamente à fonte de energia e conduz uma corrente que pode machucar. Antes de trabalhar no transformador, desligue o circuito secundário que lhe fornece energia. Remova o fusível correspondente, desarme a chave do interruptor ou desligue a chave geral para cortar toda a energia da sua casa;
- antes de substituir o transformador, examine se ele está recebendo energia do circuito de 110-120 volts. Com o circuito desligado, desconecte o transformador dos fios do circuito. Ligue outra vez o circuito e encoste as pontas do verificador de circuitos de 110-120 volts nos fios desencapados. Se a luz do verificador acender ou se o indicador mostrar 110-120 volts, está tudo bem com o circuitos e o transformador estiver com defeito, desligue o circuito e remova o transformador. Compre um outro de mesma voltagem e potência. Você encontrará estas informações estampadas no transformador e as instruções de instalação na embalagem. Siga cuidadosamente as instruções. Utilize conectores de pinçar ou em forma de cone para ligar o novo transformador aos fios do circuito do sistema elétrico.
- Em seguida, conecte os fios da campainha aos parafusos terminais de baixa voltagem do transformador, religue a energia e aperte o botão da campainha. Se você instalou corretamente o transformador, ouvirá a campainha;
- se o transformador e seu circuito de energia estiverem funcionando, a única possibilidade que resta é a de uma conexão desfeita ou solta em algum ponto da fiação da campainha. Percorra o circuito desde o transformador até a campainha e o botão, procurando terminais ou ligações frouxas. Se não tiver sucesso, você terá de examinar cada segmento do circuito com um verificador de continuidade;
- para testar cada segmento do circuito, desconecte os fios da campainha do transformador para cortar a corrente do circuito. Um verificador de continuidade jamais pode ser utilizado em um circuito energizado. Desconecte os fios do transformador na campainha e torça-os para que entrem em contato. Volte ao transformador e encoste as pontas do verificador de continuidade aos fios desencapados da campainha. Se o verificador acender ou apresentar a leitura, o circuito tem continuidade e não há quebras ou conexões soltas. Esta parte do circuito está funcionando. Se o verificador não registrar, há uma quebra em algum lugar. Se este segmento não apresentou defeitos, vá para o próximo e verifique-o da mesma maneira
- se há uma quebra, você deve tentar localizá-la e fazer os reparos necessários. Às vezes, no entanto, principalmente quando boa parte da fiação do circuito está escondida em paredes ou outros lugares inacessíveis, o melhor a fazer é estender uma nova fiação para a campainha e esquecer da antiga
REPAROS - LUMINARIAS
S
SI - É o simbolo e abreviação do Sistema Internacional de Unidades
T
TECNOLOGIA - LCD - Chip-On-Glass ou COG é uma das mais altas tecnologias de métodos de montagem que utiliza o Ouro Bump ou Flip Chip ICs, e é utilizada em aplicações com espaços reduzidos. Os circuitos integrados Chip-On-Glass foram introduzidos primeiramente pela Epson. No processo de montagem Flip-Chip, o Chip não está no Circuito Integrado e sim montado diretamente na Placa de Circuito Impresso. Pelo fato de não ter package, a footprint do Circuito Impresso pode ser minimizado, não necessitando de uma grande área para a PCI. Esta tecnologia reduz a área de montagem e é melhor preparada para controlar sinais de alta velocidade e alta freqüência.
V
VOLT - Unidade de medida de tensão elétrica ou diferença de potencial
VOLTAMPERE - volt-ampère (símbolo VA) é a unidade utilizada na medida de potencia aparente em sistemas eléctricos de corrente alternada. Um circuito de corrente alternadadiz-se que transporta uma potencia aparente (S) de 1 VA quando nele circula uma corrente de 1 ampere com uma diferença de potencial de 1 volt.

Em sistemas de corrente continua e em sistemas de corrente alternada em fase, a potencia aparente é igual à potencia ativa. Nestes casos, o voltampere pode também ser aplicado para potencia ativa (P), como equivalente ao watt.
O voltampere reactivo (símbolo var) é a unidade utilizada na medida de potencia reativa(Q) em sistemas eléctricos de corrente alternada.




